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O que é rejeição?

Ser rejeitado é não ser aceito, não sentir-se querido, deixado de lado discriminado e até mesmo humilhado. 
Sentir-se rejeitado é um dos maiores temores da humanidade, isso por que somos animais sociais e a convivência em grupo é de extrema importância para nós. Para os nossos antepassados, não ser aceito pelo grupo poderia significar a morte.

Veja também:

Por que eu não consigo lidar com a rejeição?

       
      Como já mencionei ninguém gosta de ser rejeitado, todavia existem pessoas que possuem maior dificuldade em lidar com a rejeição. Algumas pessoas se deprimem, ou ficam extremamente ansiosos diante de simples ideia de que podem ser rejeitadas.
        Em geral esses sujeitos foram vítimas de alguma forma de negligência, exclusão ou desafeto durante os primeiros anos de sua vida. Por conta disso, tais indivíduos passam a acreditar que não dignos do amor dos outros ou que sempre serão excluídos. Veja algumas das experiências que causam sentimento de rejeição:
  1. Gravidez indesejada
  2. Tentativa ou idealização de aborto
  3. Abandono
  4. Adoção
  5. Criança nascida com o sexo oposto ao desejado pelos pais
  6. Presença de alguma doença, deficiência ou dificuldades (aprendizagem e inabilidade)
  7. Morte de um ou ambos os pais
  8. Comparação com irmãos
  9. Pais alcoólatras ou com problemas psicológicos/emocionais
  10. Rejeição dos colegas e crianças da mesma idade (bullying)
  11. Ser vítima de abuso físico, mental, sexual ou negligência e privação de afeto
  12. Vítima de infidelidade, rejeição amorosa ou divórcio
  13. Brigas dentro do lar
 
Eu não me encaixo nessas situações
        Talvez você esteja dizendo agora, eu não passei por nenhuma dessas experiências horríveis, por que eu tenho esse medo? Como eu disse essas são apenas algumas das causas, mas existem outras. No fundo qualquer situação que tenha feito você se sentir excluído e fragilizado podem ter ocasionado tais sentimentos.

Os nossos pais e o medo da rejeição
         Ser educado por pessoas que apresentavam profunda aversão a ideia de ser rejeitado também pode fazer com que você desenvolva esse medo.
        O que tenho notado como a causa mais comum para esse problema são pais indiferentes. Não estou falando de pessoas agressivas ou negligentes, mas de genitores que não se preocupavam em dar atenção e carinho aos filhos.

Quais as consequências do medo da rejeição? 
        O medo da rejeição pode se manifestar de diversas formas, em todas elas estão presentes os sentimentos de inadequação, a necessidade de evitar o abandono e uma tentativa de fugir da realidade:

  1. Ciúme
  2. Tristeza e depressão
  3. Baixa autoestima
  4. Sentimentos de inferioridade
  5. Perfeccionismo
  6. Fobias
  7. Ira ou raiva
  8. Envolvimento com criminalidade
  9. Timidez e isolamento
Isolamento
           Por vezes o medo de ser rejeitado se torna tão grande que o sujeito desenvolve a seguinte ideia:
“Não vou me aproximar de mais ninguém, assim nunca mais serei rejeitado”.
     Tomados por esses pensamentos errôneos o individuo passa uma vida triste e solitária.
Como solucionar esse problema?
         As crenças e sentimentos de rejeição criam raízes profundas dentro da mente e da personalidade dessas pessoas, por esse motivo são poucos os que conseguem se libertar desse problema sem necessitar do apoio adequado. Sendo assim, se você quiser se livrar de vez desses pensamentos e sentimentos, procure por um (a) psicólogo (a). 

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  1. Olá Cesar. Meu nome é Paulo Roberto, tenho 19 anos, e depois que li esse artigo, que por sinal achei muito interessante, me identifiquei com o que está escrito. Acredito que possuo esse "medo de rejeição" enraizado fortemente no meu insconsiente.

    Já faz uns 2 anos que eu procuro ajuda psicológica para deixar de pensar e sentir esses sentimentos que são consequência desse medo, que são:
    - Tristeza e depressão
    - Baixa autoestima
    - Sentimentos de inferioridade
    - Perfeccionismo
    - Timidez e isolamento

    Porém até hoje não consegui entender de fato as causas disso. Eu acredito que seja porque meu pai foi e é alcoolotra, além de que minha mãe possuia e ainda possui problemas emocionais, que acredito que são os mesmos que os meus, evidentes. Existem outros fatores que talvez podem estar relacionados.

    Atualmente eu faço terapia com uma psicóloga. Gostaria de saber como podemos desenvolver a terapia de um modo mais prático e objetivo com relação a esse assunto, já que não conseguimos direito entendermos juntos o que aconteceu e o que acontece de fato comigo. Também gostaria de saber se você já teve pacientes com queixas semelhantes, e como elas foram resolvidas.

    Minha psicóloga diz que eu terei um "insite", mas sinceramente não entendo como isso funciona e porque isso aconteceria comigo apenas conhecendo as causas do meu problema.

    Desde já agradeço.

    Atenciosamente, Paulo Roberto.

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    1. Olá Paulo! Perdoe a demora em responder, mas vamos as suas perguntas:
      Terapia mais prática e dinâmica é possível, mas depende da linha que o psicoterapeuta segue, o que você deseja chama-se psicoterapia breve. O problema é que esse tipo de terapia costuma ser agressivo e pessoas mais fragilizadas e com baixa autoestima tendem a não lidar bem com isso, talvez por isso sua terapeuta esteja "pegando leve".
      O insight é uma compreensão repentina que causa uma mudança brusca de pensamento e comportamento, é um eureca, uma espécie de iluminação dos budistas. O insight não ocorre apenas por você conhecer as causas do seu problema, na prática a nossa mente é como uma máquina (ou um organismo) o terapeuta descobre o que está fora de lugar e tenta colocá-lo de volta, por vezes é necessário fazer um reparo (ou um transplante). Estou usando uma linguagem figurada, mas o processo é esse.
      Devido a essa imprevisibilidade é que no geral o que acontece é o paciente se apossar do ponto de vista do terapeuta, parece estranho, mas irá perceber (se já não percebeu) que aos poucos você irá deixar de ver o mundo como vê (provavelmente hostil e exigente) e começará concordar com a forma que sua terapeuta enxerga as coisas, vai se pegar até repetindo as palavras dela...
      Por último: Sim! Tive e tenho inúmeros pacientes com as características com as quais você se descreve. Se sentir inferior aos outros e tentar compensar isso tentar ser o melhor possível é algo muito comum, chego a pensar que a teoria de Adler sobre o complexo de inferioridade está certa (pesquise por isso).
      Espero ter respondido as suas perguntas...

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  2. Oi boa noite. Eu sou Patricia tenho 20 anos. E sofro com medo de rejeição na paquera..apesar de ser extrovertida sou meio tímida e é na paquera que a timidez pega pesado.Por causa disso até hoje nunca me relacionei com homem e sinto que a culpa é da infância e na adolescência de desilusão amoroso e um suposto abuso (não sei se era sonho ou real.era bem pequena e só na adolescência fiquei assim pode ter ligação? Me acho bonita mas sempre quero ser a mais bonita. A que anda na rua e todos notam.So que quando eu ando e admiro um homem e ele não me nota eu me sinto inferior aliais nem sou notada como queria quando ando na rua. Eu sinto a necessidade due chamar atenção porém por ser cristã e ter corpo magrinho;eu não uso roupas justas...e eu tenho medo de me arruma e ninguém notar.. Porquê? Sei que estou errada.
    Desculpa erro é que no celular está muito ruim digitar.


    Fique com Deus e reserve um tempo a ele e converse precisando ou não.

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  3. Eu tinha tanto medo de ser rejeitado, que por eu não chegar a conversar com uma pessoa, eu ja pensava que era rejeitado, se eu estou num grupo de amigos e não falo com ninguém ja me sinto rejeitado, sem contar que eu não enxergava que tinha amigos

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