sábado, 14 de janeiro de 2012

Medos e fobias. O que são e como tratar - psicologo


Medo e fobias

O medo é a emoção mais importante para nossa sobrevivência, pois ele funciona como um alerta natural aos perigos que se aproximam. Se não tivéssemos medo estaríamos nos expondo a situações perigosas o tempo todo, como, por exemplo, ficar parado em frente a um carro em movimento. Mas se por um lado o temor natural nos ajuda o medo excessivo ou patológico só causa sofrimento.



Como identificar o medo patológico ou fobia?


Medo e Fobia

          O medo patológico não tem razão concreta ou objetiva: O objeto de temor pode não ser perigoso ou ameaçador, pode ser, por exemplo, uma bexiga (globofobia). A coisa de que se tem aversão está bem controlada ou distante e mesmo assim o medo se manifesta, pode se manifestar ao se visualizar uma fotografia do que se teme.




          O motivo do temor não tem base na realidade: o fóbico pode dizer coisas como “os insetos podem entrar por debaixo da sua pele” ou “o policial atira em você se você olhar para ele” (já ouvi estas duas declarações).




           A pessoa que possui o medo sabe que ele é absurdo e infundado. O que gera mais sofrimento e vergonha para ela


            Causa muito sofrimento e ansiedade. Medos patológicos e fobias costumam ser acompanhados por sintomas físicos como falta de ar, taquicardia, sudorese etc.



Causas ou origem das fobias

De maneira geral as fobias têm raízes em alguma experiência extremamente negativa no passado. Declarações feitas por terceiros ou visualizar algo que aconteceu com outro pode trazer as mesmas consequências.


Existem teorias que propõe uma causa genética para as fobias, tais teorias alegam que o paciente fóbico tem um pai ou mãe fóbicos. Entretanto  quem defende essa linha de pensamento se esquece de que a criança pode ter aprendido como os pais a ter uma reação exagerada diante dos perigos. Uma coisa é necessária observar, a ansiedade pode ter causa genética e ela sim é muito relacionada às fobias, uma pessoa ansiosa tem grande dificuldades em controlar os seus medos.



Como curar as fobias


O tratamento mais recomendado e eficaz contra as fobias é a terapia cognitiva comportamental. Pesquisas revelam 75% das pessoas que passam por esse tratamento vencem os seus medos.
Em alguns casos a medicação para ansiedade pode servir de auxílio no tratamento. A melhor forma de controlar a fobia é atravéz da informaçãom, aqui vão algumas dicas que ensinam a  controlar o seu medo.



Algumas classificações de fobia:

Alektorofobia: medo de galinhas


Ablutofobia: medo de tomar banho


Automisofobia: medo de ficar sujo


Coulrofobia: medo de palhaços


Cinofobia: medo de cães


Copofobia: medo da fadiga


Dromofobia: medo de cruzar ruas


Eisoptrofobia: medo de se ver no espelho, medo de espelhos


Electrofobia: medo da eletricidade e de coisas eletrônicas


Fagofobia: medo de comer ou engolir


Fronemofobia: medo de pensar


Gimnofobia: medo de nudez


Hipsifobia: medo de altura


Hipopotomonstrosesquipedaliofobia: medo de palavras grandes (quem criou essa palavra queria ver o paciente sofrer)


Katsaridafobia: medo de baratas (ao contrario do que se pensa é comum em homens)


Melissofobia: medo de abelhas


Mictofobia: medo do escuro


Selenofobia: medo da lua


Singenesofobia: medo de parentes


Triscaidecafobia: medo do numero 13


Uiofobia: medo dos próprios filhos





            Claro que estas são apenas algumas fobias existem muitas outras, e por mais que ela pareçam absurdas causam muito sofrimento a quem as possuem e estas pessoas merecem o nosso respeito


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Sobre o Autor:
Cesar Augusto Cesar Augusto é psicólogo clínico, atuou durante oito anos na área de educação. Atualmente trabalha na prefeitura de São Caetano do Sul e em seu consultório.

2 comentários:

  1. Cesar
    nunca imaginei que existiam tantas fobias. Coisas que para nós parecem sem a menor importância, causam pavor em algumas pessoas. Penso que respeitar o limite do próximo também é um ato de amor! Se meu amigo tem medo de sapo por que usar isso para ficar dando sustos nele?
    Nessas horas ser racional é fundamental!

    Abraços

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    Respostas
    1. Pois é Nestor! Não só essas como muitas outras. E como você disse o importante é ter respeito por quem sofre com elas.

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