Medo
e fobias
O medo
é a emoção mais importante para nossa sobrevivência, pois ele funciona como um
alerta natural aos perigos que se aproximam. Se não tivéssemos medo estaríamos
nos expondo a situações perigosas o tempo todo, como, por exemplo, ficar parado
em frente a um carro em movimento. Mas se por um lado o temor natural nos ajuda
o medo excessivo ou patológico só causa sofrimento.
Como
identificar o medo patológico ou fobia?
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| Medo e Fobia |
O
medo patológico não tem razão concreta ou objetiva: O objeto de temor pode não
ser perigoso ou ameaçador, pode ser, por exemplo, uma bexiga (globofobia). A
coisa de que se tem aversão está bem controlada ou distante e mesmo assim o
medo se manifesta, pode se manifestar ao se visualizar uma fotografia do que se
teme.
O
motivo do temor não tem base na realidade: o fóbico pode dizer coisas como “os
insetos podem entrar por debaixo da sua pele” ou “o policial atira em você se
você olhar para ele” (já ouvi estas duas declarações).
A
pessoa que possui o medo sabe que ele é absurdo e infundado. O que gera mais sofrimento e vergonha para ela
Causa
muito sofrimento e ansiedade. Medos patológicos e fobias costumam ser
acompanhados por sintomas físicos como falta de ar, taquicardia, sudorese etc.
Causas
ou origem das fobias
De
maneira geral as fobias têm raízes em alguma experiência extremamente negativa
no passado. Declarações feitas por terceiros ou visualizar algo que aconteceu
com outro pode trazer as mesmas consequências.
Existem
teorias que propõe uma causa genética para as fobias, tais teorias alegam que o
paciente fóbico tem um pai ou mãe fóbicos. Entretanto quem defende essa linha de pensamento se esquece de que a
criança pode ter aprendido como os pais a ter uma reação exagerada diante dos
perigos. Uma coisa é necessária observar, a ansiedade pode ter causa genética e
ela sim é muito relacionada às fobias, uma pessoa ansiosa tem grande
dificuldades em controlar os seus medos.
Como
curar as fobias
O tratamento mais recomendado e eficaz contra as fobias é a terapia
cognitiva comportamental. Pesquisas revelam 75% das pessoas que passam por esse tratamento vencem
os seus medos.
Em alguns casos a medicação para ansiedade pode servir de auxílio no tratamento. A melhor forma de controlar a fobia é atravéz da informaçãom, aqui vão algumas dicas que ensinam a controlar o seu medo.
Em alguns casos a medicação para ansiedade pode servir de auxílio no tratamento. A melhor forma de controlar a fobia é atravéz da informaçãom, aqui vão algumas dicas que ensinam a controlar o seu medo.
Algumas
classificações de fobia:
Alektorofobia: medo de galinhas
Ablutofobia: medo de tomar banho
Automisofobia: medo de ficar sujo
Coulrofobia: medo de palhaços
Cinofobia: medo de cães
Copofobia: medo da fadiga
Dromofobia: medo de cruzar ruas
Eisoptrofobia: medo de se ver no espelho, medo de
espelhos
Electrofobia: medo da eletricidade e de coisas
eletrônicas
Fagofobia: medo de comer ou engolir
Fronemofobia: medo de pensar
Gimnofobia: medo de nudez
Hipsifobia: medo de altura
Hipopotomonstrosesquipedaliofobia: medo de palavras
grandes (quem criou essa palavra queria ver o paciente sofrer)
Katsaridafobia: medo de
baratas (ao contrario do que se pensa é comum em homens)
Melissofobia: medo de
abelhas
Mictofobia: medo do escuro
Selenofobia: medo da lua
Singenesofobia: medo de parentes
Triscaidecafobia: medo do numero 13
Uiofobia: medo dos próprios filhos
Claro que estas são apenas
algumas fobias existem muitas outras, e por mais que ela pareçam absurdas
causam muito sofrimento a quem as possuem e estas pessoas merecem o nosso
respeito
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Cesar
ResponderExcluirnunca imaginei que existiam tantas fobias. Coisas que para nós parecem sem a menor importância, causam pavor em algumas pessoas. Penso que respeitar o limite do próximo também é um ato de amor! Se meu amigo tem medo de sapo por que usar isso para ficar dando sustos nele?
Nessas horas ser racional é fundamental!
Abraços
Pois é Nestor! Não só essas como muitas outras. E como você disse o importante é ter respeito por quem sofre com elas.
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